WEB RADIO RGA missoes brasil: Agosto 2015

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ex-mendigo vira missionário e dedica-se a ajudar moradores de rua

Testemunho de José Eduardo toca mendigos e viciados
A história de José Eduardo da Silva é parecida com a de muitos outros. Ele conta que entrou no mundo das drogas por causa da influência de amigos, aos 17 anos. Casou e teve uma filha, mas aos 26 saiu de casa e acabou morando na rua por causa da dependência química.
Eduardo, como gosta de ser chamado, justifica: “Queria liberdade, consumir sem culpa”. Lembra que chegou a usar 25 pedras de crack por dia. Ele ficou cerca de três anos vivendo nas praças de Porto Alegre.
“Há uns dois anos, eu era magro, cabeludo, andava de pés descalços, com a roupa rasgada, toda suja de fezes e urina, e tinha mais ou menos um centímetro de lodo no corpo. Ninguém aguentava ficar perto de mim, nem mesmo os outros mendigos”, conta.
Hoje, aos 30 anos, ele trabalha para recuperar pessoas em situações precárias. O ex-morador de rua e ex-viciado em drogas hoje está liberto e é missionário.
Alcançado pelo trabalho social da Igreja Evangélica Templo de Oração, na Zona Sul de Porto Alegre, ele inicialmente não estava interessado em religião. “Vi que eles estavam dando comida para os moradores de rua. Peguei meu prato de sopa e comecei a prestar atenção no que o pastor dizia. Aquilo tudo fez sentido para mim, me identifiquei e pedi ajuda na igreja”, testemunha.
Ele credita sua recuperação à fé. Depois de um tempo, sentiu que precisava ajudar os outros que vivem nessa situação. “O mendigo é invisível na sociedade, as pessoas passam e não enxergam um ser humano. Por já ter sido como eles, sei do quanto eles precisam de atenção”, justifica.
Criou o projeto Missões e Evangelismo Valentes de Davi há um ano. Com ajuda da igreja, Eduardo cozinha e distribui cerca de 20 marmitas para distribuir na rua.
Após dar a comida, ele conversa e faz uma oração com os mendigos e viciados. Também leva agasalhos e lanches para crianças das vilas de Porto Alegre.
“Resolvi ajudar também crianças em situação de extrema miséria, justamente por serem o futuro da humanidade. Quando forem mais velhas, vão lembrar de um gesto de carinho que receberam no passado, e isso pode mudar o rumo das suas vidas”, revela Eduardo.
Isso não significa que ele esteja livre de frustrações “A pior coisa é quando eu estou entregando a última marmita e aparece mais um morador de rua para comer. Me dá vontade de chorar por não ter mais um prato para oferecer”, desabafa.
Ele vive do dinheiro de ofertas e, como missionário, prega o evangelho em igrejas de todo Estado. Embora tenha dificuldades, faz planos: “O meu maior desejo é poder entregar 200 pratos de comida por dia. Se eu morrer agora e tiver conseguido recuperar uma pessoa, já valeu a pena!”.
O missionário Eduardo Flores pode ser contatado peloFACEBOOK, na página Missões e Evangelismo Valentes de Davi. Com informações Clic RBS

Estado Islâmico destrói mosteiro construído há 1.500 anos


No local ficava o santuário destinado ao Santo Elian de Homs que todos os anos atraia centenas de fiéis católicos



O mosteiro de Mar Elian, construído há 1.500 anos na cidade de Al Quariatain, na Síria, foi destruído pelos terroristas do Estado Islâmico (EI) que fizeram questão de destruir a igreja.



O espaço profanado abrigava a re-exumação dos restos do santo católico Elian de Homs, morto pelos romanos em 285. A igreja era um dos centros mais importantes do país e sua estrutura foi toda destruída.

Por conta do santuário dedicado ao Santo Elian de Homs, todos os anos, no dia 9 de setembro, milhares de peregrinos seguiam para a igreja do Mar Elian, cerimônia que aconteceu por séculos. Por sua importância, o mosteiro foi restaurado diversas vezes.

O responsável pela igreja é padre sírio-católico Jacques Murad que foi sequestrado no mês de maio, muito provavelmente pelos próprios terroristas do EI. O religioso era conhecido por ajudar não apenas os cristãos, mas os muçulmanos perseguidos pelos extremistas islâmicos. Ele foi raptado quando separava mantimentos para levar aos refugiados

O sequestro do padre não foi o primeiro dos jihadistas, em 29 de julho de 2013 o padre italiano Paolo Dall’Oglio foi sequestrado enquanto visitava Raqqa. Ele liderava o monastério de Mar Musa e até hoje não há informações sobre ele.
Mosteiro de Mar Elian destruído.
Mosteiro de Mar Elian destruído.


Os sequestros tem sido uma das armas dos terroristas, no início de agosto pelo menos de 230 civis foram sequestrados em Raqqa, cidade considerada um ponto estratégico na estrada que leva até Palmira – cidade que desde maio está nas mãos do EI.

O mosteiro de Mar Elian também não é o primeiro monumento histórico destruído pelo Estado Islâmico, os terroristas já destruíram outros dois mausoléus em Palmira e há rumores de que a cidade toda fora destruída. Palmira é considerada Patrimônio Mundial da Humanidade.

O objetivo dos terroristas é derrubar tudo que não se encaixar na visão do islã, mas parte da história dos muçulmanos e outras vertentes também são alvos dos jihadistas. Um exemplo é a mesquita de Al-Arbain, local de sepultamento de 40 figuras importantes do islã, que foi explodida pelos terroristas no ano passado. Com informações R7

Grupo terrorista lança foguetes em Israel com apoio do Irã


Força de Defesa de Israel revida ataque e bombardeia 14 alvos na Síria




Na onda de ataques anunciados pelo Irã contra Israel, primeiramente foi o livro do aiatolá, avisando que os iranianos financiariam grupos terroristas. Duas semanas depois, foi um vídeo mostrando que essa união vai além da teoria.



Agora, tornou-se realidade. Quatro foguetes foram disparados contra o norte de Israel nesta semana. O ataque veio da Síria, a partir da porção das Colinas de Golã em território sírio. Oficialmente os danos foram apenas materiais, não deixando feridos em Israel. Dois dos foguetes explodiram perto de um kibutz no Vale de Hula, na porção norte da Galileia.

A inteligência de Israel revelou que o grupo terrorista palestino Jihad Islâmica foi responsável ​​pelo lançamento de foguetes doados pelo Irã. Preventivamente, o sistema antimísseis foi colocado em alerta também na região sul em Ashdod e Beersheba. Mês passado, militantes do Estado Islâmico lançaram foguetes contra o sul de Israel.

“Nós consideramos a Síria responsável pelo ataque, que constitui uma flagrante violação da soberania do Estado de Israel”, declarou o governo israelense em nota.

A resposta israelense foi enviar bombardeios israelenses contra 14 alvos na Síria relatou a Rádio do Exército de Israel. Segundo o canal de televisão estatal sírio, pelo menos cinco pessoas morreram na parte não anexada da região de Golã.

Os terroristas da Jihad Islâmica tinham dito no início da semana que iriam atacar Israel. Desde o início da guerra civil na Síria, em 2011, foram disparados dezenas de foguetes contra alvos no estado judaico, mas esta foi a primeira vez que quatro foram disparados ao mesmo tempo.

Desde o final do ano passado é esperado uma tentativa de invasão naquela região, que é dominada atualmente por grupos simpatizantes ao Estado Islâmico, que vem fazendo contínuas ameaças. Com informações de Breaking Israel News