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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015


Que o Natal seja de paz e amor para todas as famílias iltabunenses!

Posted by Prefeitura de Itabuna on Quinta, 24 de dezembro de 2015

domingo, 20 de dezembro de 2015

Evangélicos são roubados e espancados enquanto oravam no monte

Crime ocorreu em Açailandia, Maranhão









O município de Açailandia, no Maranhão, tem pouco mais de 100 mil habitantes. Mas esta semana a pacata cidade foi surpreendida por um caso de violência urbana pouco comum.

Uma quadrilha de sete assaltantes (incluindo menores de idade) atacou um grupo de evangélicos que estavam orando em um monte localizado nas proximidades do bairro Sarney Filho. Armados com uma arma do tipo “garrucha” e facões, levaram celulares, joias, dinheiro e chave dos veículos.

Segundo as vítimas, eles também espancaram bastante as pessoas que estavam no local. Para o pastor, que prefere não se identificar, pois teme represálias, isso é um verdadeiro absurdo. “Aonde vamos chegar com tanta violência? Não será nenhuma surpresa se qualquer hora dessas formos abordados por marginais, dentro de nossas Igrejas”, desabafou.

A Polícia Civil e Militar da cidade deflagrou uma operação batizada de “Peniel”. Comandada pelo capitão Deocelio e o delegado Tiago Gardon, realizou as prisões de quatro adolescentes e um adulto que fazem parte da quadrilha. Os outros membros fugiram da cidade.

Todos os apreendidos foram reconhecidos pelas vítimas, mas os objetos roubados das vítimas ainda não haviam sido recuperados. 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Igreja realiza evento com 24 horas de pregação Cem pastores se revezaram ministrando



A Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Joinville realizou no último domingo (13) o projeto: “24 horas de Pregação”, evento que fez parte das comemorações pelo Dia da Bíblia.

Entre as 08h do sábado (12) e às 09h de domingo, 100 pregadores convidados ministraram na Assembleia de Deus Bucarein (setor 46).

O presidente da IEADJO, Sergio Melfior, foi um dos preletores que participaram desse evento realizado em parceria com a Escola Bíblica Dominical e com o CCOM (Centro de Capacitação e Orientação Ministerial) e que teve o apoio de grande parte dos pastores setoriais que também ministraram na igreja.

Todas as mensagens foram gravadas em áudio e serão lançadas em um DVD comemorativo pelas “24 horas de Pregação”. A proposta do evento foi dar visibilidade a Bíblia por meio da pregação, destacando a importância da divulgação da mensagem cristã.

Cristãos são cada vez mais atacados


A população de Camarões sofre com os ataques do Boko Haram





Segundo relatórios da Portas Abertas, muitos irmãos que vivem no norte do Camarões têm enfrentado os ataques constantes do Boko Haram. A Anistia Internacional (AI) relatou que o grupo extremista já matou cerca de 400 cristãos, entre janeiro e setembro.





"Na medida em que eles avançam com violência, dominando cidades e vilas, os cristãos têm sido cada vez mais atacados", disse um dos analistas de perseguição. Conforme Alioune Tine, diretor da AI na África Ocidental e Central: "Ao matar indiscriminadamente, destruindo propriedades civis, sequestrando pessoas e usando crianças como bombistas suicidas, eles cometem crimes de guerra, causando desespero e pânico em toda a população".



"Os cristãos estão resistindo e continuam a pregar o evangelho em Camarões, apesar das destruições e ataques. Em todos os cultos eles pedem para que cristãos do mundo todo se juntem a eles em oração, para que assim possam suportar a perseguição religiosa que aumenta a cada dia", conclui o analista.



Motivos de oração


Ore para que Deus seja glorificado através das vidas dos sobreviventes e vítimas dos ataques no norte do Camarões.
Agradeça ao Senhor pelos milagres que acontcem entre eles, mesmo em meio a tanta guerra e destruição.
Ore para que as famílias das vítimas cristãs experimentem o conforto de Deus em suas vidas e sejam consolados. Eles enfrentam também uma grave crise financeira, peça para que Deus dê provisão aos necessitados.
Peça a Deus para que a igreja recupere sua energia, apesar da contínua insegurança e problemas enfrentados no dia a dia.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ex-mendigo vira missionário e dedica-se a ajudar moradores de rua

Testemunho de José Eduardo toca mendigos e viciados
A história de José Eduardo da Silva é parecida com a de muitos outros. Ele conta que entrou no mundo das drogas por causa da influência de amigos, aos 17 anos. Casou e teve uma filha, mas aos 26 saiu de casa e acabou morando na rua por causa da dependência química.
Eduardo, como gosta de ser chamado, justifica: “Queria liberdade, consumir sem culpa”. Lembra que chegou a usar 25 pedras de crack por dia. Ele ficou cerca de três anos vivendo nas praças de Porto Alegre.
“Há uns dois anos, eu era magro, cabeludo, andava de pés descalços, com a roupa rasgada, toda suja de fezes e urina, e tinha mais ou menos um centímetro de lodo no corpo. Ninguém aguentava ficar perto de mim, nem mesmo os outros mendigos”, conta.
Hoje, aos 30 anos, ele trabalha para recuperar pessoas em situações precárias. O ex-morador de rua e ex-viciado em drogas hoje está liberto e é missionário.
Alcançado pelo trabalho social da Igreja Evangélica Templo de Oração, na Zona Sul de Porto Alegre, ele inicialmente não estava interessado em religião. “Vi que eles estavam dando comida para os moradores de rua. Peguei meu prato de sopa e comecei a prestar atenção no que o pastor dizia. Aquilo tudo fez sentido para mim, me identifiquei e pedi ajuda na igreja”, testemunha.
Ele credita sua recuperação à fé. Depois de um tempo, sentiu que precisava ajudar os outros que vivem nessa situação. “O mendigo é invisível na sociedade, as pessoas passam e não enxergam um ser humano. Por já ter sido como eles, sei do quanto eles precisam de atenção”, justifica.
Criou o projeto Missões e Evangelismo Valentes de Davi há um ano. Com ajuda da igreja, Eduardo cozinha e distribui cerca de 20 marmitas para distribuir na rua.
Após dar a comida, ele conversa e faz uma oração com os mendigos e viciados. Também leva agasalhos e lanches para crianças das vilas de Porto Alegre.
“Resolvi ajudar também crianças em situação de extrema miséria, justamente por serem o futuro da humanidade. Quando forem mais velhas, vão lembrar de um gesto de carinho que receberam no passado, e isso pode mudar o rumo das suas vidas”, revela Eduardo.
Isso não significa que ele esteja livre de frustrações “A pior coisa é quando eu estou entregando a última marmita e aparece mais um morador de rua para comer. Me dá vontade de chorar por não ter mais um prato para oferecer”, desabafa.
Ele vive do dinheiro de ofertas e, como missionário, prega o evangelho em igrejas de todo Estado. Embora tenha dificuldades, faz planos: “O meu maior desejo é poder entregar 200 pratos de comida por dia. Se eu morrer agora e tiver conseguido recuperar uma pessoa, já valeu a pena!”.
O missionário Eduardo Flores pode ser contatado peloFACEBOOK, na página Missões e Evangelismo Valentes de Davi. Com informações Clic RBS

Estado Islâmico destrói mosteiro construído há 1.500 anos


No local ficava o santuário destinado ao Santo Elian de Homs que todos os anos atraia centenas de fiéis católicos



O mosteiro de Mar Elian, construído há 1.500 anos na cidade de Al Quariatain, na Síria, foi destruído pelos terroristas do Estado Islâmico (EI) que fizeram questão de destruir a igreja.



O espaço profanado abrigava a re-exumação dos restos do santo católico Elian de Homs, morto pelos romanos em 285. A igreja era um dos centros mais importantes do país e sua estrutura foi toda destruída.

Por conta do santuário dedicado ao Santo Elian de Homs, todos os anos, no dia 9 de setembro, milhares de peregrinos seguiam para a igreja do Mar Elian, cerimônia que aconteceu por séculos. Por sua importância, o mosteiro foi restaurado diversas vezes.

O responsável pela igreja é padre sírio-católico Jacques Murad que foi sequestrado no mês de maio, muito provavelmente pelos próprios terroristas do EI. O religioso era conhecido por ajudar não apenas os cristãos, mas os muçulmanos perseguidos pelos extremistas islâmicos. Ele foi raptado quando separava mantimentos para levar aos refugiados

O sequestro do padre não foi o primeiro dos jihadistas, em 29 de julho de 2013 o padre italiano Paolo Dall’Oglio foi sequestrado enquanto visitava Raqqa. Ele liderava o monastério de Mar Musa e até hoje não há informações sobre ele.
Mosteiro de Mar Elian destruído.
Mosteiro de Mar Elian destruído.


Os sequestros tem sido uma das armas dos terroristas, no início de agosto pelo menos de 230 civis foram sequestrados em Raqqa, cidade considerada um ponto estratégico na estrada que leva até Palmira – cidade que desde maio está nas mãos do EI.

O mosteiro de Mar Elian também não é o primeiro monumento histórico destruído pelo Estado Islâmico, os terroristas já destruíram outros dois mausoléus em Palmira e há rumores de que a cidade toda fora destruída. Palmira é considerada Patrimônio Mundial da Humanidade.

O objetivo dos terroristas é derrubar tudo que não se encaixar na visão do islã, mas parte da história dos muçulmanos e outras vertentes também são alvos dos jihadistas. Um exemplo é a mesquita de Al-Arbain, local de sepultamento de 40 figuras importantes do islã, que foi explodida pelos terroristas no ano passado. Com informações R7

Grupo terrorista lança foguetes em Israel com apoio do Irã


Força de Defesa de Israel revida ataque e bombardeia 14 alvos na Síria




Na onda de ataques anunciados pelo Irã contra Israel, primeiramente foi o livro do aiatolá, avisando que os iranianos financiariam grupos terroristas. Duas semanas depois, foi um vídeo mostrando que essa união vai além da teoria.



Agora, tornou-se realidade. Quatro foguetes foram disparados contra o norte de Israel nesta semana. O ataque veio da Síria, a partir da porção das Colinas de Golã em território sírio. Oficialmente os danos foram apenas materiais, não deixando feridos em Israel. Dois dos foguetes explodiram perto de um kibutz no Vale de Hula, na porção norte da Galileia.

A inteligência de Israel revelou que o grupo terrorista palestino Jihad Islâmica foi responsável ​​pelo lançamento de foguetes doados pelo Irã. Preventivamente, o sistema antimísseis foi colocado em alerta também na região sul em Ashdod e Beersheba. Mês passado, militantes do Estado Islâmico lançaram foguetes contra o sul de Israel.

“Nós consideramos a Síria responsável pelo ataque, que constitui uma flagrante violação da soberania do Estado de Israel”, declarou o governo israelense em nota.

A resposta israelense foi enviar bombardeios israelenses contra 14 alvos na Síria relatou a Rádio do Exército de Israel. Segundo o canal de televisão estatal sírio, pelo menos cinco pessoas morreram na parte não anexada da região de Golã.

Os terroristas da Jihad Islâmica tinham dito no início da semana que iriam atacar Israel. Desde o início da guerra civil na Síria, em 2011, foram disparados dezenas de foguetes contra alvos no estado judaico, mas esta foi a primeira vez que quatro foram disparados ao mesmo tempo.

Desde o final do ano passado é esperado uma tentativa de invasão naquela região, que é dominada atualmente por grupos simpatizantes ao Estado Islâmico, que vem fazendo contínuas ameaças. Com informações de Breaking Israel News

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Pastores são proibidos por governo de chamar o homossexualismo de “pecado”



Em meio ao intenso debate sobre a legalização do casamento gay nos Estados Unidos, muitos pastores anunciaram que era apenas o primeiro passo de uma onda de cristofobia nos EUA, que durante séculos foi chamada de “nação cristã”.

Uma série de casos tem surgido na mídia, mostrando oembate entre cristãos e ativistas gays.

Recentemente, duas notícias mostraram a força desse ativismo junto ao governo. No estado de Kentucky, os pastores que servem como conselheiros voluntários no departamento prisional estão proibidos de chamar de “pecado” o comportamento homossexual dos transgêneros. Aqueles que não se submeterem às novas regras, não poderão mais realizar esse tipo de trabalho em órgãos estaduais.

Como é frequente nos EUA, o caso foi parar na justiça após o pastor David Wells ter sido desligado do quadro de conselheiros de uma instituição de internação de menores infratores.

Em sua defesa, a ONG jurídica cristã Liberty Counsel alega que “tirar a Bíblia das mãos de um pastor é como remover o bisturi das mãos de um cirurgião. Sem ela, eles não podem trazer a cura”.

Wells trabalhou durante mais de 10 anos no ministério prisional mantido pelo Igreja Batista de Pleasant View. Ele foi proibido pelo governo de continuar com seu trabalho dia 7 de julho. A justificativa do governo é que ele se negava a cumprir uma portaria que defende que o uso de crítica a “estilos alternativos de vida sexual” é “depreciativo”,” tendencioso” e constitui “discurso de ódio”.

Em sua defesa, o pastor explica que nenhum dos menores infratores era obrigado a participar dos cultos nem de conversar com ele ou outros voluntários.

Casos semelhantes ocorreram nos estados da Califórnia, do Oregon e de Nova Jersey. As autoridades estão proibindo sessões de aconselhamento que tentem dissuadir jovens que têm atração por pessoas do mesmo sexo.
Perseguição aos capelães

Não são apenas os pastores que fazem trabalhos voluntários que estão sofrendo sansões. O ativista Mikey Weinstein, presidente da Fundação Exército Livre de Religião, entrou com um processo junto ao comando militar dos EUA.

Seu desejo é que todos os capelães que se opõem à visão de homossexualidade como natural sejam desligados de seus cargos. Porque ao fazerem isso, estariam contrariando uma ordem do comandante-chefe das Forças Armadas, Barack Obama, um ativo defensor da causa LGBT.

Em uma carta divulgada pelo site WND, Weinstein argumenta que “A única coisa honrosa que esses perdedores podem fazer é dobrar seus uniformes, entregar seus papéis, e abandonar a capelania militar americana. Se eles não estão dispostos ou são covardes demais para fazê-lo, o Departamento de Defesa deve rapidamente limpar essa imundície intolerante que insiste em pertencer às fileiras de nossas forças armadas”.

Embora o Departamento de Justiça não tenha se pronunciado oficialmente sobre o assunto, a tendência é que eventualmente acabe tomando alguma providência. Afinal, Weinstein, que é um coronel do exército aposentado, faz parte de um conselho dentro do Pentágono que analisa casos de liberdade religiosa.

Em entrevista ao jornal The Washington Post ele afirmou que os cristãos dentro do exército são uma ameaça à segurança nacional. Com informações de WND

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Luta contra o Estado Islâmico marcará o início da Terceira Guerra Mundial, diz rei jordaniano



As iniciativas para combater o terrorismo do Estado Islâmico poderão dar origem à Terceira Guerra Mundial. Esse é o prognóstico do rei da Jordânia, Abdullah II.

O país, vizinho às áreas de atuação do Estado Islâmico na Síria e Iraque, já foi atingido diretamente pelo terrorismo do grupo, que queimou vivo o piloto Moaz Kasasbeh.

A divulgação do vídeo com sua morte despertou a ira das autoridades jordanianas, que ordenaram a execução de uma iraquiana que estava presa por terrorismo e era alvo do Estado Islâmico na negociação pela troca de reféns.

Segundo Abdullah II, a resposta ao Estado Islâmico “deve ser unificada”, com a ação de todos os países que reprovam as ações dos extremistas.

“Como já disse aos líderes do mundo islâmico e árabe e do mundo em geral, se trata de uma Terceira Guerra Mundial por outros meios. Isso une muçulmanos, cristãos e representantes de outras religiões nesta luta geracional em que todos temos que estar juntos”, declarou o mandatário à CNN.

Para o rei jordaniano, a investida contra o Estado Islâmico “não se trata de uma luta ocidental“, mas “uma luta dentro do Islã, onde todo o mundo tem se unido contra esses bandidos”.

Por fim, o rei Abdullah II reiterou o repúdio que a maioria dos líderes muçulmanos têm manifestado contra o Estado Islâmico: “Eu não sei quem são essas pessoas, mas eles definitivamente não tem nada a ver com a nossa fé. E seu líder Abu Bakr al-Baghdadi (…) não tem nada a ver com os princípios do islamismo”.

Crueldade

A imprensa mundial noticiou na última terça-feira, 03 de março, mais um dos atos de crueldade praticados pelos terroristas.
O grupo matou um de seus reféns e deu partes de seu corpo como carne à mãe da vítima, quando ela foi procurar do filho em territórios dominados pelo Estado Islâmico. A revelação foi feita por um britânico que foi ao Iraque para lutar contra os terroristas.

Cristãos decidem pegar em armas para se defenderem dos ataques de jihadistas do Estado Islâmico



Cansados da série de ataques que têm sofrido de jihadistas do Estado Islâmico, uma minoria de cristãos no Iraque decidiu enfrentar seus algozes em defesa de suas vidas e suas famílias na província de Nínive. Um pequeno esquadrão de homens cristãos fugitivos, cansados de dar a outra face aos ataques, decidiram enfrentar os terroristas que os fizeram fugir das suas aldeias agora devastadas, onde saquearam suas casas e lançaram medo e horror.

A decisão veio após a queda de Monsul em junho passado, que resultou na dispersão de cristãos que transformou os crentes em eternos fugitivos da investida violenta do Estado Islâmico (ISIS).

– Perdemos tudo. Muitos optaram por fugir, mas os abusos que sofremos acabaram convencendo alguns da necessidade de nos defender, a nossa terra e a nossa gente – afirmou o cristão Odisho Yusef, um ex-soldado do exército iraquiano, ao El Mundo.

Yusef, de 58 anos, é o líder de um pequeno batalhão de cristãos autodenominado “Dwekh” (aqueles que se sacrificam, em tradução antiga do idioma assírio).

– Somos um pequeno exército composto por cristãos de diferentes partes da província de Nínive. Pegar em armas não foi uma decisão fácil, mas não havia outra escolha, para ser realista – argumenta.

Emanuel Khoshaba, secretário-geral do Partido Patriótico Assírio, uma das formações cristãs que operam na região autônoma do Curdistão, também comentou sobre a necessidade de uma resistência armada dos cristãos contra o Estado Islâmico.

– Temos cerca de 40 homens armados que estão preparados na linha de frente em Dohuk (uns 80 quilômetros de Monsul). Queremos enviar uma mensagem para o nosso povo. Não é o momento para nos exilarmos. É hora de defender a nossa terra – afirmou Khoshaba.

– Todas as armas foram adquiridas pelo partido e os jovens que se alistaram foram treinados pelo antigo exército iraquiano – ressaltou.

Yusef explica ainda que o grupo é apenas de defesa, e que a opção de comprar as armas surgiu diante do flagelo sofrido pelos cristãos.

– Queremos formar uma milícia. Queremos continuar a cooperar com ‘peshmerga’ (força que combate o ISIS) e necessitamos receber apoio da União Europeia e dos Estados Unidos – disse o líder dos cristãos combatentes.

Assista ao vídeo da patrulha do Dwekh:


Estado Islâmico treina crianças para combate e as ensinam decapitar “infiéis” com espadas



O Estado Islâmico vem treinando crianças e adolescentes para serem combatentes em suas frentes de guerra, em um esforço para criar um exército ainda mais forte com as novas gerações. Dentre os exercícios impostos está a instrução de como decapitar uma pessoa.

Em um campo de treinamento, os terroristas juntaram 120 meninos e deram a eles espadas e bonecas, para que cortassem a cabeça do brinquedo, numa simulação de decapitação, segundo relatos de refugiados de áreas dominadas pelo Estado Islâmico.

De acordo com informações da Associated Press, todos os meninos assistiram a vídeos de decapitações. Um dos meninos do grupo, capturado de sua família (minoria iraquiana yázidi) e obrigado a se submeter ao treinamento, revelou que não estava conseguindo cortar a cabeça da boneca, mesmo após vários golpes: “Depois eles me ensinaram como segurar a espada, e me explicaram como golpear. Disseram que era a cabeça de um infiel”, disse.

O relato do garoto só foi possível porque ele fugiu do campo de treinamento e se escondeu em um local não revelado pela agência, no norte do Iraque.

Quando a região foi tomada pelos terroristas do Estado Islâmico, os homens adultos da minoria yazidi foram massacrados, meninas e mulheres foram feitas escravas sexuais e os meninos, capturados para serem reeducados e formados como combatentes extremistas.


Moradores que fugiram da Síria e Iraque contam que o Estado Islâmico está recrutando adolescentes e crianças, usando presentes, ameaças e lavagem cerebral, em um esforço para formar um novo exército, capaz de enfrentar a guerra contra o ocidente por anos e manter aperseguição a cristãos em todo o mundo.

Na última semana, os terroristas mostraram um vídeo de um menino decapitando um soldado sírio, sob o olhar de um extremista experiente. Em junho, o Estado Islâmico já havia mostrado um vídeo onde 25 crianças executaram com tiros na cabeça, sem hesitação, 25 soldados sírios que haviam sido capturados.

Menina de 9 anos de idade é estuprada por 10 terroristas do Estado Islâmico; E está grávida



Limite é uma palavra (e um conceito) que parece não fazer parte do vocabulário dos terroristas do Estado Islâmico. Uma menina de 09 anos de idade, da minoria yazidi, foi estuprada por 10 extremistas islâmicos e ficou grávida.

A notícia estarrecedora correu o mundo na última quarta-feira, 15 de abril, após denúncia feita pelo jornal inglês The Independent.

A minoria étnica yazidi, assim como os cristãos do Iraque, são perseguidos pelos jihadistas, e muitas das mulheres de ambos os grupos foram feitas reféns durante a tomada dos territórios pelo Estado Islâmico.

A criança ficou em cativeiro e foi violentada sexualmente por 10 homens, definidos como “monstros” pelo jornalista Lucandrea Massaro, do site Aleteia. O caso só foi descoberto por causa da intervenção de uma ONG curda, que a resgatou e enviou à Alemanha, onde está recebendo tratamento.

Yousif Daoud, agente humanitário que participou da ação, afirmou que a criança ficou “mental e fisicamente traumatizada” com os abusos sofridos, e não está descartada a hipótese de que ela não consiga superar as memórias da violência sofrida.

“Além disso, ela é tão jovem que pode morrer se der à luz um bebê. A cesariana também é perigosa”, disse Daoud.

Os agentes que a encontraram disseram que ela estava “em péssimo estado”, e precisava de cuidados urgentes: “Tinha sido estuprada por não menos que dez homens, a maioria milicianos na linha de frente, que ‘ganham’ meninas como recompensa”, informou o jornal canadense The Star.


Recentemente, os terroristas libertaram 216 yazidis, dentre eles, aproximadamente 40 crianças, que tinham sido mantidos reféns durante oito meses. A atitude representa, segundo analistas, uma redução da força do Estado Islâmico no Iraque e um recuo devido à pressão que a coalizão internacional vem fazendo sobre o grupo, através de ofensivas militares por terra no Iraque.

A criança estuprada faz parte de um grupo libertado anteriormente, formado por centenas de mulheres e meninas que eram mantidas em cativeiro para serem violentadas pelos animais jihadistas.

Decapitações feitas pelo Estado Islâmico viram “brincadeira” de criança no Oriente; Assista



A propaganda feita pelo Estado Islâmico de suas ações terroristas tem alcançado um objetivo macabro: inspirar crianças a repetir os atos em uma “brincadeira” chamada “jogo da jihad”.

O jornal Daily Mail publicou um vídeo em que um pequeno grupo de meninos encena uma execução semelhante à dos 21 cristãos coptas egípcios mortos na Líbia.

A brincadeira bizarra tem se espalhado entre crianças de países como o Egito, Iêmen e até do Japão, de acordo com o jornal.

Em um dos vídeos que circula na internet, crianças iemenitas usam facas de brinquedo enquanto gesticulam freneticamente durante um “discurso”, igual ao dos executores do Estado Islâmico.

A cena mostra outras crianças ajoelhadas lado a lado, e ouvem o final de sua “sentença de morte”, antes da simulação da decapitação, repetindo exatamente o acontecido nos vídeos repugnantes divulgados pelos extremistas.

A influência objetivada pelo Estado Islâmico através de seus vídeos começa a ser notada. Jovens europeus têm se alistado para servirem na jihad e meninas têm fugido de casa para se casar com terroristas que elas nunca viram, acreditando na falsa ideia de que serão tratadas com luxo por servir à causa dos extremistas.

Há pouco menos de um mês, Mohammad al-Adnani, porta-voz do Estado Islâmico, convocou todos os muçulmanos para perseguir e matar os cristãos em todo o mundo. “Pedimos aos muçulmanos da Europa e do Ocidente infiel que ataquem em todos os lugares […] Nós prometemos aos cristãos que eles continuarão vivendo em estado de alerta, de terror, de medo e de insegurança […] Vocês ainda não viram nada”, ameaçou.


No Iraque, crianças se recusam a negar Jesus e são decapitadas por extremistas do Estado Islâmico



O Estado Islâmico tem perseguido cristãos nos países onde atua e condenado à morte os reféns que não aceitam negar a Cristo e se converter ao islamismo. Mas a iminência da morte não convenceu quatro crianças a abandonar sua fé em Jesus.

De acordo com relatos do reverendo anglicano Andrew White, que atua em Bagdá, capital do Iraque, os militantes do Estado Islâmico ordenaram que as crianças (a mais velha com 15 anos de idade) afirmassem que se tornariam muçulmanas ou seriam mortas.

“Não. Nós amamos Yasua (Jesus). Temos sempre seguido Yasua”, responderam os quatro. A grafia Yasua é próxima à pronúncia em hebraico, Yeshua, que é traduzido como ‘Jesus’ no inglês e idiomas originários do latim, como o espanhol e o português.

White é conhecido como o “Vigário de Bagdá”, e narrou a comovente história das crianças cristãs à rede de TV CBN.

“Os quatro filhos [de cristãos capturados], todos menores de 15 anos, disseram: ‘Não, nós amamos Yasua. Temos sempre amado Yasua. Temos sempre seguido Yasua. Yasua sempre esteve com a gente’. [Os militantes] repetiram ‘Digam as palavras!’ [As crianças] disseram: ‘Não, nós não podemos fazer isso”, contou o reverendo.

Na sequência, os extremistas decapitaram os quatro. Segundo o Charisma News, White não especificou se ele testemunhou o martírio ou se a história chegou aos seus ouvidos por meio de outras testemunhas.

O reverendo também evitou especificar a região do Iraque onde isso teria acontecido, mas especula-se que o triste fato tenha acontecido na região de Mosul, onde havia a maior concentração de cristãos no país.


“Como você responde a isso?”, perguntou o reverendo retoricamente. “Você acaba chorando. Eles são meus filhos. Isso é o que temos atravessado. Isso é o que estamos passando”, lamentou o reverendo.

Ao final, ele contou a história de um homem que teria cedido à pressão dos extremistas: “[Militantes] disseram a um homem, um adulto: ‘Diga as palavras de conversão [ao islamismo] ou vamos matar todos os seus filhos’. Ele estava desesperado. Ele disse as palavras. Então, ele me telefonou e disse: ‘[Pastor], eu disse as palavras, isso significa que Yasua não me ama mais? Eu sempre amei Yasua. Eu disse essas palavras, porque eu não podia ver meus filhos serem mortos’. Eu disse: ‘Jesus ainda o ama. Ele sempre vai te amar’”, concluiu o Vigário de Bagdá.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Especialista diz que após casamento gay, cobrança de impostos de igrejas é ameaça real



A intenção dos ativistas gays de obrigar as igrejas a realizarem casamentos entre pessoas do mesmo sexo através da retirada da isenção fiscal das denominações que se recusarem a celebrar tais uniões pode terminar sendo levada adiante.

A opinião pessimista partiu do colunista Damon Linker, da revista The Week, em sua coluna semanal: “Depois da decisão da Suprema Corte que declarou o casamento entre pessoas do mesmo sexo como um direito constitucional, isso está combinado com leis que proíbem a discriminação contra os homossexuais – que já existem em bem mais de uma dúzia de estados e em breve estarão a nível federal – a ideia de eliminar as isenções fiscais religiosas poderia ser poderoso”, ele escreve.

Assim como no Brasil, as igrejas nos Estados Unidos são isentas de impostos pois são tratadas como entidades sem fins lucrativos. Por lá, quem doa aos trabalhos sociais promovidos pelas igrejas pode deduzir o valor de parte de seus rendimentos tributáveis no Imposto de Renda.

“As igrejas foram dispensadas [da cobrança de impostos] ​​porque se presume que vão desempenhar um papel social vital importância – um papel essencial para seu autogoverno – de incutir a virtude moral em cidadãos”, diz Linker, que argumenta que agora as pessoas devem se manifestar se opondo às propostas de ativistas gays que querem o fim da isenção fiscal, pois ela é essencial para que as igrejas continuem funcionando.

“A remoção destas isenções seria um fardo extremamente pesado para muitos, e um fardo catastrófico para alguns”, diz ele.


Segundo informações do Christian Headlines, as igrejas têm tido isenção fiscal nos Estados Unidos desde a independência da nação. Já o Imposto de Renda foi criado em 1913, mas nunca foi cobrado das igrejas.

“A eliminação de isenções fiscais para as igrejas deve ser combatida por todos os americanos, de forma igual por liberais e conservadores”, conclui Linker.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Líder muçulmano prega a perseguição a cristãos e pede a “destruição de todas as igrejas”

A perseguição a cristãos na religião muçulmana não é pregada apenas pelos extremistas armados, mas também por líderes religiosos. Na Arábia Saudita, o principal representante do islamismo afirmou que as igrejas cristãs precisam ser destruídas.

O profeta Maomé, que é a figura humana mais reverenciada no islamismo, nasceu na região onde hoje está a Arábia Saudita, e por lá, a hostilidade aos cristãos é intensa e constante.

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti do país e maior autoridade religiosa, afirmou que se faz “necessário destruir todas as igrejas da região” durante uma reunião com líderes políticos do Kwait, segundo informações do portal RT.

Essa declaração do líder muçulmano se referia às igrejas existentes no Kwait, pois na visão do sheik, o país pertence à Península Arábica, e há uma ideia no islamismo de que não pode haver outra religião naquela região senão a muçulmana.

“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarado em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso sempre foi interpretado como [um indicativo de que] somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

Segundo o especialista, o discurso do líder muçulmano saudita deve ser levado a sério, pois sua liderança na religião transcende as fronteiras geopolíticas e possuem o peso religioso equivalente à do papa, por exemplo.“O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o islamismo para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás (estudiosos islâmicos) e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas. Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes”, frisou Ibrahim.

Para o especialista, uma perseguição sem precedentes a cristão está em curso no Oriente Médio, e deve se agravar em breve devido às declarações de Abdul Aziz bin Abdullah: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã – por exemplo, um pastor desconhecido qualquer -, imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas. Imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente ‘intolerância’ e ‘islamofobia’, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”, observou Ibrahim, sugerindo que a reação dos cristãos na região deverá causar ainda mais tensão.