WEB RADIO RGA missoes brasil: Novembro 2014

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sábado, 29 de novembro de 2014

Cristã condenada à morte no Paquistão pede ajuda de irmãos na fé: “Não me abandonem”



A cristã ASIA Bibi, condenada à morte no Paquistão por supostamente ter ofendido o profeta Maomé, inspirador do islamismo, fez um apelo aos cristãos de todo mundo para que não a abandonem.

Presa há quatro anos, ASIA Bibi apresentou a última contestação legal possível no sistema judiciário do Paquistão para tentar reverter sua condenação, e tentar suspender a pena de morte.

“Vocês são minha única esperança de permanecer viva neste calabouço, então por favor, não me abandonem. Eu não cometi blasfêmia”, disse ela em uma carta aberta.

ASIA Bibi tem agora 50 anos e é mãe de cinco filhos, e desde 2010 está detida. O episódio que rendeu sua prisão teria acontecido durante uma discussão com colegas muçulmanos, que a acusaram de ofender Maomé quando bebeu água de uma fonte.

A blasfémia é um tema extremamente sensível na maioria dos países muçulmanos. O advogado de defesa Saiful Malook disse à Agência FRANCE Press que ele havia apresentado um recurso em nome de ASIA Bibi para a Suprema Corte.

Na petição, a cliente pediu ao tribunal que reconsiderasse deficiências no processo, incluindo provas supostamente manipuladas e um atraso entre o momento do incidente e o início das investigações por PARTE da polícia.

Malook acrescentou que a alegação de blasfêmia foi inventada pelos inimigos de ASIA Bibi para prejudicá-la: “Nós esperamos uma audiência inicial do recurso e espero que o processo acabe em um ano”, acrescentou o advogado.


O desafio é a última esfera dos tribunais. Depois desse passo, restaria apenas a possibilidade de um apelo pessoal do marido de Asia Bibi, Ashiq Masih, ao presidente do Paquistão, Mamnoon Hussain, pedindo a ela para ser perdoada e autorizada a se mudar para a França.

“Estamos convencidos de que Asia Bibi só será salvo de ser enforcada se o venerável presidente Hussain conceder-lhe um perdão. Ninguém deve ser morto por beber um copo de água”, publicou o New York Times.

Líderes muçulmanos traçam estratégia de expansão do islamismo no Brasil e construção de mesquitas



Os líderes islâmicos pretendem expandir a religião no Brasil e na América do Sul, COMOforma de abranger todas as regiões do mundo e popularizar suas tradições no futuro.

A estratégia foi definida durante um encontro realizado na última SEMANA na Turquia, com líderes islâmicos de 40 países.

No encontro haviam representantes de diversos países da América Latina, COMO Venezuela, Argentina, Chile, México, Suriname, Uruguai, Paraguai, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Bolívia, República Dominicana, Guiana, Peru, Colômbia, Cuba, Equador, Jamaica e Haiti, além do BRASIL.

“Nós estamos aqui reunidos para discutir questões que dizem respeito aos muçulmanos em países da América Latina, seus cultos religiosos e as oportunidades de cooperação”, disse Mehmet Görmez, chefe do Gabinete para Assuntos Religiosos do presidente turco.

De acordo com o site Epoch TIMES, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, fez um pronunciamento dizendo que “a América não foi descoberta por Cristóvão Colombo em 1492, mas sim por ‘navegadores muçulmanos’ três séculos antes”, e disse que o governo do país está disposto a financiar a construção de mesquitas no continente sul-americano.

A expansão do islamismo vem acontecendo em diversos países do mundo, incluindo nações da EUROPA, como a França e Inglaterra, por exemplo, África, onde atuam grupos extremistas, além dos Estados Unidos.

Görmez observou que ainda não há “islamofobia” na América Latina, e essa é uma característica que apresenta menor resistência à fé muçulmana nos países da região.

No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou um crescimento de 29,1% dos muçulmanos no país no período entre os anos 2000 a 2010. O número é amplamente superior à taxa de crescimento da população, que aumentou 12.3% no período.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Número de soldados do Estado Islâmico ultrapassa o de missionários cristãos

MAIS de 15 mil pessoas de 80 países juntaram-se ao Estado Islâmico


Relatório da ONU sugere que o declínio no poder da rede terrorista al-Qaeda gerou uma “explosão de entusiasmo”, fazendo com que o Estado Islâmico se torne a MAISperigosa organização extremista do mundo no momento.

Com isso, jihadistas estrangeiros passaram a viajar ao Iraque e a Síria para se juntar a eles numa “escala sem precedentes”. Enquanto uma coalizão de países ocidentais, liderados pelos EUA, bombardeia algumas posições e o EI perde soldados, isso acaba servindo de combustível para arregimentar MAIS voluntários.

Segundo o relatório da ONU a que teve acesso o jornal inglês The Guardian, aproximadamente 15 mil estrangeiros, de mais de 80 países, já se uniram ao Estado Islâmico. Esses números confirmam as estimativas recentes da inteligência dos EUA sobre o alcance do extremismo. Curiosamente, embora a sharia os faça querer viver como nos tempos de Maomé (século VII), uma das ferramentas mais usadas para recrutar novos combatentes é a internet.

Os números divulgados mostram que desde 2010 a adesão de estrangeiros à rede comandada pela Al-Qaeda excedeu “várias vezes” o total dos 20 anos anteriores. Produzido por uma comissão do Conselho de Segurança da ONU, a conclusão é que as redes europeias, com destaque para França e REINO UNIDO, são as que funcionam melhor.

Bernard Hogan-Howe, comandante da polícia britânica, calcula que cinco pessoas saem do país a cada SEMANA para lutar com o Estado Islâmico.

Também há um número crescente de soldados vindos da América do Sul, incluindo o filho de uma brasileira. Todos os que se candidatam a jihadista são muçulmanos ou se converteram ao Islã no seu país de origem.

Ao decidir se juntar à “guerra santa” sabem que a chance de morrer em combate é muito grande. A maioria dos países europeus tem monitorado se esses combatentes pretendem voltar para CASA e levar consigo os ideais do Estado Islâmico. Vários deles, como a Holanda e a Alemanha, já avisaram que irão cancelar os passaportes dos que assim o fizerem.

Embora não seja possível precisar quantos combatentes atuam pelo EI, em países africanos como Nigéria, Argélia e Líbia já EXISTE registro de grupos de muçulmanos extremistas que estão jurando fidelidade aocalifado do EI, anunciado por Abu Bakr al-Baghdadi.

Segundo as estimativas MAIS recentes, somando nacionais e estrangeiros, seriam cerca de 50 mil jihadistas no mundo todo.

Para efeitos de comparação, existem mais soldados lutando até a morte pelos ideais muçulmanos que missionários transculturais levando o Evangelho de Cristo na mesma área (Oriente Médio e Norte da África).

O especialista em missões e PASTOR David Botelho, da Missão Horizontes, faz a seguinte análise: “Este quadro mostra o fervor do Islã que ocorreu depois dos ataque às torres gêmeas em 11 de Setembro. Muitos muçulmanos nominais começaram ler o Alcorão que tem mais de 100 versos que insta a matar os cristãos e judeus. Madrassas tiveram apoio de nações islâmicas para treinar crianças para se tornarem terroristas. O que me faz chorar é que nossos líderes cristãos ainda não consigam ver que a resposta a tudo isso é treinar os nossos adolescentes para serem os TRANSFORMADORES do mundo, pois este evangelho é poder de Deus salvação de todos”.

Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como “escravas sexuais”

Vídeo divulgado por jornal inglês revela COMO funciona “mercado”

Rotineiramente, as notícias relacionadas à organização extremista muçulmana Estado Islâmico (EI) geram HORROR no mundo ocidental. O principal motivo para isso é que seus membros tentam impor a lei sharia para todos os que vivem dentro de seus domínios.

Invasão de cidades, massacre de moradores, crucificação e decapitação de cristãos já foram manchetes em diversos órgãos de imprensa e até o momento nenhum posicionamento oficial da Organização das Nações Unidas (ONU).

Pelo contrário, quando os ESTADOS UNIDOS e uma coalização de outros países começaram a bombardear as posições do EI no Iraque, foram criticados na plenária da ONU pela presidente Dilma Rousseff. Em seu discurso, ela disse que deveria ser procurado “o diálogo, o acordo” e condenou os ataques.

Hoje, o influente jornal inglês Daily Mail publicou uma reportagem que mostra MAIS de perto um aspecto amplamente ignorado fora do mundo islâmico: o mercado de escravas sexuais.

Previsto pelo Alcorão na Sura 4:24, a prática é explicitada em tempos de guerra – COMO a que os soldados do EI acreditam estar lutando. Eles não podem, contudo, usar muçulmanas para isso, portanto atualmente o leilão entre eles é com prisioneiras cristãs e yazidies, uma minoria religiosa do Curdistão.

Um vídeo encontrado no celular de um miliciano mostra um pouco como funciona a venda de mulheres capturadas pelos fundamentalistas. Outros relatos, como os da organização não governamental Humans Rights WATCH, mostram testemunhos de mulheres que serviram como escravas contando que crianças também são compradas e vendidas.

Uma das edições da revista online Dabiq, publicada em inglês pelo EI justifica o uso de mulheres “infiéis” como escravas sexuais. O artigo intitulado de “A recuperação da escravidão antes da hora” afirma que o EI restabeleceu a escravidão em seu califado. Nos leilões, o preço varia. Quanto MAIS nova, maior o valor pedido.

Segundo o Daily Mail, existe uma espécie de tabela. Os valores são aproximados, considerando o câmbio desta SEMANA.


Um documento apresentado pelo site IraqiNews mostra que o valor de venda das mulheres e dos despojos de guerra vem tendo uma diminuição significativa. Mas o EI impôs um CONTROLE dos preços, ameaçando executar quem viola as diretrizes.

O vídeo que está sendo mostrado na mídia global foi filmado em Mosul, a segunda maior cidade do Iraque, de acordo com a Al Aan TV – que traduziu as falas para o inglês.

“Hoje é dia de mercado de escravas sexuais”, afirma diante da câmara um homem barbudo não identificado, cercado por vários outros combatentes. “Hoje é dia da entrega”, acrescenta. “Com a permissão de Alá, cada um de nós terá a sua PARTE”, garante.

Em pouco MAIS de dois minutos, eles riem e fazem piadas sobre as mulheres. Embora nenhuma delas seja mostrada, há menções que muitas têm apenas 15 anos de idade. Quando falam sobre o preço, um deles compara com o valor de uma pistola Glock usada. Outro diz que o negócio só será fechado depois que ele olhar os dentes da prisioneira.

Explica-se ainda que mulheres bonitas e de olhos azuis ou verdes custam mais caro. Um dos combatentes explica que “está escrito”, numa referência ao Alcorão. Outro esclarece que está procurando uma “menina”. Há inclusive um adolescente no vídeo, que parece familiarizado com o processo. No FINAL, eles parecem olhar fotos em um celular, mas sem esclarecer onde elas estão. Ao demonstrar interesse por uma delas, ouve que aquela já morreu. Ele apenas ri.

Segundo dados de especialistas da Universidade de OKLAHOMA, o número de mulheres capturadas por milicianos do Estado Islâmico pode atingir 7000.

Em pouco menos de um mês, este é o segundo vídeo mostrando COMO o EI trata as crianças. O primeiro revela como os extremistas muçulmanos “estabeleceram campos de treinamento para recrutar crianças para a luta ARMADA sob o pretexto de educação religiosa”.
Assista:


Cristãos libaneses pegam em armas para combater Estado Islâmico


Milícias cristãs se aliam ao Hezbollah para guardar fronteiras

Semana passada, o chefe da Frente Al Nusra, grupo terrorista ligado à Al Qaeda, mandou um recado para o vizinho Líbano: “a verdadeira batalha vai começar em breve”. Isso já é esperado por Rifaat Nasrallah, um dos líderes do exército cristão de resistência ao Estado Islâmico (EI). Acampados na pequena aldeia de Ras Baalbek, no Líbano, sua milícia tem se mostrado eficiente ao impedir o avanço dos extremistas para o território libanês.

“Se não fosse por nós, seria uma Mosul para os cristãos no Líbano”, explica Nasrallah, lembrando do massacre ocorrido na vizinha Síria. Após saber que os militantes islâmicos estavam matando, crucificando e decapitando a população cristã do norte do Iraque e na porção ocidental da Síria, alguns grupos de cristãos do Líbano decidiram pegar em armas, dizendo que se recusam a passar pela mesma situação.

Nasrallah, um veterano da guerra CIVIL do Líbano, reuniu pela primeira vez seu pequeno exército após soldados islâmicos do grupo Frente al-Nusra conseguir invadir sua cidade durante o verão, saqueando empresas e residências pertencentes a cristãos.

Em agosto, a apenas alguns quilômetros ao sul de Ras Baalbek, cidade fronteiriça de Arsal foi invadida por grupos rebeldes, incluindo militantes da al-Nusra e do EI. Os combatentes cristãos esperavam uma invasão do Líbano. Para garantirem sua segurança, fizeram o impensável, aliaram-se temporariamente com membros do Hezbollah, que não querem ver o EI em seu território.

De fato, o Hezbollah, que é aliado do Irã e do presidente sírio Bashar al-Assad, tem participado abertamente da guerra CIVIL síria desde 2013, lutando CONTRA grupos rebeldes. O governo não apoia a formação de milícias, mas reconhece que o exército não tem conseguido garantir sozinho a inviolabilidade das fronteiras.

Para Nasrallah e seu grupo essa não é uma questão apenas religiosa: “Não somos convidados no ORIENTE Médio. Nós somos os proprietários dessa região”. Para ele, não existe contradição entre ser cristão e pegar em armas para se defender.

O Líbano é o país com maior proporção de cristãos no Médio Oriente, são cerca de 50% dos seus 3,5 milhões de habitantes. Desde o fim da guerra civil (1975-1990), por lei, o chefe das Forças ARMADAS do Líbano, deve ser um cristão maronita. Nenhuma das outras religiões libanesas questiona isso. Historicamente sempre reuniu muçulmanos xiitas e sunitas, drusos e cristãos (ortodoxos, armênios, maronitas e melquitas). Com informações de The Daily Beast

Soldado jihadista de 13 anos promete que o ocidente será destruído

O jovem sírio teve aulas de Sharia e aprendeu a usar armas para combater os “infiéis” e os que deixaram o islamismo.
O Estado Islâmico (EI) está recrutando crianças para se tornarem militantes que enfrentaram os chamados “infiéis” apostando suas próprias VIDAS.

A BBC conseguiu encontrar e entrevistar um jovem de 13 anos que está treinando para aderir ao grupo. Morador do sul da Turquia, o garoto sírio – que pediu para ser chamado de “Abu Hattab”- se juntou ao grupo jihadista Sham al-Islam e passou a ter aulas de Sharia e de COMO usar armas.

Através do Facebook ele mantém contato com jihadistas militantes do EI e se prepara para nas próximas semanas ir para a BASE do grupo que fica em Raqqa, na Síria, se tornar um soldado.

Ao repórter da BBC o jovem afirmou que gosta do EI “porque eles pregam a Sharia e matam os infiéis, os não-sunitas e aqueles que abandonaram o islamismo”, disse.

Segundo Abu Hattab as milhares de pessoas mortas pelos terroristas islâmicos seriam AGENTESamericanos. “Temos que decapitá-los, COMO Alá diz no Alcorão”, afirmou o jovem que não tem medo de morrer durante os combates.

“Alá mandou que trabalhássemos e lutássemos para a próxima VIDA, para o paraíso”, disse ele ao ser questionado se não quer aproveitar sua infância como os outros garotos. “Antes eu ia ao parque ou para a praia. Mas percebi que estava errado e tomei o caminho certo.”

A mãe de Hattab também não se importaria que ele perdesse a vida. “Ficaria muito feliz”, disse ela respondendo a pergunta do repórter sobre como ela se sentiria se ele morresse na batalha.

A mesma felicidade ela sentiria se o filho matasse ocidentais. “Eu não ficaria triste se ele matasse ocidentais. Tenho vergonha dos meus outros filhos trabalhando pacificamente para grupos da sociedade CIVIL. Eles deveriam pegar em armas”.

O ocidente é o maior inimigo do EI segundo as declarações do jovem que não descarta ataques dos terroristas na Grã-Bretalha. “Em breve o Ocidente vai ser destruído”, promete.